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Mulherzinhas, de Louisa May Alcott e sua mais nova versão para o cinema

Em dezembro próximo será lançado nos cinemas a mais recente versão em audiovisual de uma história chama Little Women, traduzida como Mulherzinhas aqui no Brasil e que tem como base um livro escrito e públicado em 1868 pela americana Louisa May Alcott. Esse livro é tido como um dos grandes clássicos da literatura norte-americana e conta a história das quatro jovens irmãs da família March: Jo, Meg, Amy e Beth.



O enredo se passa durante a Guerra Civil Americana. O pai da família March, apesar de já ter certa idade, se alista e é chamado para servir ao exército. Dessa forma, as mulheres da família precisam se adaptar a um novo estilo de vida em que elas são as líderes. Além disso, a família March, assim como outras tantas famílias estadunidenses da época, sofreu com as dificuldades econômicas geradas pelo conflito e por isso, elas também estão se adaptando a uma realidade com menos gastos supérfluos e mais trabalho por parte de cada uma das integrantes.

E é nesse contexto que acompanhamos um período de cerca de 12 meses da vida dessas meninas que estão saindo da infância e entrando na adolescência e na vida adulta. Acompanhamos suas descobertas, suas lutas diárias, seu aprendizado, e principalmente seu amadurecimento diante das dificuldades que surgem. Entre essas dificuldades, além das já citadas, estão também pequenos detalhes de suas personalidades, defeitos, digamos assim, que cada uma precisa aprender a domar, como o orgulho, a vaidade, etc.

Essa é uma história fácil de ser lida, muito leve, mas cheia de lições. Para as personagens e para o leitor que as acompanha. E é uma história que, apesar de parecer ter um tom infanto-juvenil, cai muito bem para qualquer idade. Eu, particularmente, estou ansiosa pela nova versão do cinema. O longa terá em seu elenco Emma Watson (Meg) e pelas fotos e trailer já divulgados (como essa de fundo do post), parece que será muito bonito.

Dito isso, fica aí mais uma dica de leitura. E claro, a sugestão de que pode ser mais bacana ler o livro primeiro. Eu prefiro, pelo menos. Acho que a experiência é mais rica.

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